23 de junho de 2012

Nossa propria realidade!

Na noite anterior, ketlin tinha visto luzes ao longe. Não luz de fogo, luz antiga, dos tempos em que a estrada tinha sido feita. Quando amanheceu, ela continuou viagem, esperando ver de onde vinha à luz. Em alguns lugares da estrada, existe luz e, às vezes, outras coisas do passado.

E assim naquela noite de segunda-feira chuvosa com neblina, após 48 horas de trabalho ketlin se dirige para sua casa. O tráfego estava intenso, dentro de seu carro a rádio tocava Une chanson douce de Henri Salvador, e seus pensamentos estavam tão distantes.

Onze horas, vinte e três minutos. Dizia o locutor da rádio.com uma voz tão encantadora que fazia derreter o coração de qualquer garota. E já havia passado mais uma hora desde que ela havia saído da academia de Taekwondo, porém ainda faltavam muitos quilômetros até sua casa, uma longa jornada que ela enfrentava diariamente. Com um dos seus lados sendo sequestrado pela sua própria falta de displicência  aquela noite  foi a  primeira vez   que ela se deu conta de como o seu corpo gritava em silêncio. E o cansaço tomou conta de todo o seu ser. Era um controle do qual ela se achava controlar, mas ao mesmo tempo desprezava totalmente o seu amo próprio. Ela respirou fundo, e com as mãos em seu rosto adormeceu por cinco minutos;


Cinco minutos esse que quase teria virado mais um número na estatística se não houvesse um plano celeste no seu caminho. Mais todos os dias milhares de pessoas fazem a mesma coisa deixa o cansaço vim e ir sem ser notado. E assim eles continuam suas jornadas diárias. Na sua própria travessia selvagem, que exige rotas, mapas, técnicas, conhecimentos, treino, e assim se entrega a uma determinação sem limites. E sem pensar muito nós embarcamos com eles nesse oceano.  Muitas das vezes sem volta pra poder contar.

Pensando em tudo que já havia passado. ketlin gritava a si mesmo como seus olhos lacrimejavam, e com a voz trêmula  ela questionava - Porque eu estou me sentindo livre como um pássaro!– Mas ela sabia que isso não passava de uma ilusão momentânea, em sua vida real era apenas mais um pássaro engaiolado como a grande maioria.
Nós somos um pássaro que mesmo em um momento de perigo sabemos que nunca mudará. E este pássaro você não pode mudar. Mas por outro lado ketlin não pode reclamar afinal ela tem uma vida boa, quer dizer, tenho tudo que deseja afinal a única coisa que ela que é descansar e esquecer esse acidente.  E assim ela, deu meia volta mudando seu rumo e em seus pensamentos.

Respirou profundamente e parou, setenta, oitenta quilômetros por hora. E milhares de luzem apareceram em seus no plano de ideias.
Ela murmurou algo próximo ao seu telefone, guardou-o no porta-luvas, sorriu e adormeceu…

Aquelas luzes brilhantes a sua volta, uma multidão de curiosos, policiais e bombeiros confirmavam, um acidente acabara de acontecer. Com a visão turva olhou a sua volta, tudo agora fazia menos sentido. Então reuniu suas forças e apontou para o porta-luvas. Chamou o bombeiro bonito esse que a pegou no colo e disse quase sem força:

- Diga a todos que agora o pássaro está livre para voar. – Então fechou os olhos.
Seu telefone permaneceu intacto após o acidente, e mensagem deixada foi entregue a sua família e amigos, nela, ela dizia:
 -Sou um pássaro, que não gosta se trancada na gaiola, e que meu canto e sempre como antes. E quando o sol nascer eu estarei livre pra ir voar mais uma vez, e vocês? Até quando permanecerão com suas asas fechadas?

Bom nada como um aviso para gente se lembra de que embora tudo pareça bem precisamos dar um repouso para o corpo. E nessa lição da vida ketlin saiu com um galo do tamanho de uma laranja, mais muito feliz por ainda continua nesse plano pra poder contar mais um conto.

Mesmo a fantasia de cada um percorre a cidade numa viagem imaginária, inteligente e delicada, e os caminhos correspondem às idas e vindas do relacionamento amoroso que se inicia. Os pássaros são eternamente livres. E as palavras são pássaros que voar eternamente livres e mesmo que se tornamos umas gaiolas, ousadas, criativas e originais, Todos ainda  querem se os pássaros livres . Para poder cruzar o oceano sem direção

O mais importante aqui nessa história é aprender com a experiência e com os erros já cometidos.  
E tentar nem que seja um pouquinho a ser mais cauteloso e discernido com sigo próprio. Pois, muito embora tudo esteja disponível, uma tempestade oportunista é o suficiente para te atirar às águas violentas das tormentas da mente. Porque e nas decisões mais estúpidas da vida, que ignoramos os momentos de dificuldades, da nossa própria realidade.

 Namastê......

22 de junho de 2012

Eu quero é um quentão no coração! pra alegra meu São João.

Meu tatazinho amei essa sua fogueira, ti amo muito coração...

Oi meu amorés saudades obrigada pelo carinho e pela preocupação meus lindos blogueiros !!! Sua amiga aqui está bem levei um pequeno susto nada tão grave que não possa ser superado.
Ainda bem que estamos no São João, assim da para disfarça a laranja que esta na minha testa. Rsrsrsrs..
E ainda digo, mas que o “galo” adora canta na madrugada mais esse juízo dessa sua amiga ainda continua certinho e no lugar..
 E pra falar no São João: Esse sempre foi minha festa preferida! Tanto pelas músicas, danças, comidas, simpatias (que eu fiz durante anos e nunca deu certo rs), como também pelo ar inocente da festa! Quando eu era criança ficava na maior ansiedade pra ver às 18h as fogueiras sendo acesas e passear pelas ruas até mal conseguir mais abrir os olhos de tanta fumaça. E uma pena que esse ano estou tão longe de casa, mas  a minha  mente, meu corpo e o meu coração   está na sintonia com o nordeste.
Cada gesto, cada fala, cada movimento, cada lamentação incita questionamentos, críticas e incômodos que geram um momento reflexivo a respeito das atitudes, conceitos e julgamentos do cotidiano.
Eu não acho que ficamos cegos. Acho que somos cegos. Cegos que podem ver, mas não vêem. Por quantas aflições o homem terá que passar para que consiga abrir os olhos e realmente ver.
Cada etapa é como um degrau de escada. Aos poucos vamos superando os contratempos e destorcendo o emaranhado de informações para torná-las nítidas. Contamos com algumas ferramentas para continuar o procedimento de compreensão e de canalização das informações, sendo elas para o meio externo ou para o meio interno.
 Até porque quando você fica lado a lado com a morte a única coisa que deseja é  alegria, sorriso, muito forró pra dançar com você até o sol raiar, pamonha, cachorro-quente, pipoca  milho e quentão. Mas falta você, pra alegrar meu coração!
Eu quero é um quentão no coração!...
Feliz São João!!!