9 de fevereiro de 2012

Tirem as máscaras e deixe o rosto limpo por um dia.

Como assim?

Muitas vezes o que não é aparente não seja essencial e o que não é essencial não é aparente.

Pois é percebemos isso todos os dias se multiplicando os subgrupos de pessoas iguais em tudo principalmente na aparência. Todos querem o mesmo tipo de roupa, cabelo, sapato, unhas, batom, etc, etc...

Elas ou Eles como queira, estão deixando sua originalidade de lado para viver como uns verdadeiros  fakes das indústrias.
Por incrível que parece esse assunto sobre “aparência” me chamou atenção pelo olhar de uma criança de seis anos. 

Tava eu de boa no sofá assistindo o seriado Grey s Anatomy quando meu sobrinho  chegou e sentou ao meu lado por vinte minutos e me perguntou, tia essa é a medica né, - eu respondo claro que não, - ele indagando novamente, e fazendo uma cara de espanto e diz;  pois é, tia você me deixou meio confuso todas as mulheres parecem iguais.
Naquele exato momento um garotinho soltou um torpedo de reflexão e simplesmente foi dormir.

E ai a minha ficha caiu, tomei conta da situação que é exatamente isso que vejo nas ruas todos os santos dias. A moda que está definindo a aparência de alguém ou o que se devem ser.
Isso é muito triste saber ou ver as pessoas perdendo suas identidades para aparentar alguém de uma novela, revistas de moda ou passarelas só para se tornar mais bonita, inteligente e tem quem diz para ser sensata, mais será mesmo? Mais porque será que todas se esquecem do efeito colateral. Será que sua simpatia natural não seja melhor ou querem viver com os casos cruéis diariamente em consultório, perdendo sua aparência natural e se transformando- se    Deus sabe em quer.

Pareço um pouco antipática falando desse assunto, mas é que não poderia deixar passar em branco uma visão de uma criança. Se ele sendo tão pequeno teve a decência em observa algo que está na cara de todos porque nós também não paramos para deixar nossos rostos, por um dia sem as máscaras ( como diz na minha terra de cara limpa).
Não queira ter uma aparência ideal quera ter a sua aparecia natural. O gostoso disso tudo é o diferente.

 Alguma vez você parou no espelho e se perguntou  “Quem é você?”, no que você estar se transformado?
Às vezes essas pessoas são essencialmente maravilhosas e estão sendo perdidas porque querem encaixar um vestuário feito para outra pessoa.

Qual foi a  resposta que eu obtenho hum,  aposto que é um silêncio sombrio e olhos brilhantes de lágrimas.
O que será a vida para você?

Aquilo que você aparenta é a verdade daquilo que você é, ou sua aparência é um esconderijo que encontrou até para você mesmo nunca mais se encontrar?
Pensa um pouco no que é realmente importante na sua vida.
Tire um tempinho para se encontrar em você novamente.

Será que isso é igual quando você está morrendo de frio, ou fome, e algum espertinho vira e fala 'calma que isso é psicológico'? Isso passar logo e acabar rápido.

 Lembre-se que; Quando as coisas fogem ou trocam, ou mudam ou se transformam… é preciso repensar.

Recriar, replanejar, reinventar, refazer….

Observar o belo, o simples.

Rever os paradigmas, observar a história e reaprendem para que possamos reorganizar…

E continuar a caminhar!

 É como uma simples reflexão tudo pode mudar menos quem você é.

Uma lindo dia  meus Amorés!...


8 de fevereiro de 2012

Valorize o que você tem de melhor e faça uma boa refeição.

As coisas acontecer nas nossas vidas como momentos para exorcizar os estopim provocados por algo que vivemos.
Podemos até quere disfarçar os acontecimentos superficialmente, mas á camadas descobertas lá estão às marcas e as ocorrências que revelam o que somos.

 Às vezes temos que  volta-se para dentro em uma busca desesperada para reparar o conflito compartilhado que pertence a uma geração que não está interessada em representar o que não é.

E como o filme Amnésia que o personagem interpretado por Guy Pearce escrevia em seu próprio corpo os fatos importantes de sua vida. Ele mesmo transformava sua pele em um diário.  
Porque nós não podemos fazer isso em um mundo virtual?
Talvez tudo seja uma simples opção você não achar?.

Um verdadeiro baú de madeira trancado por um cadeado, e há sempre uma chave para quem quiser abri-lo.
Tudo ha uma possibilidade de fantasiar sobre a pessoa que se deseja e isso são naturais.

 Mas será que você é capaz de girar a chave?
Às vezes inventamos histórias, e temperamentos para o nosso objetivo de olhar o que nos desejamos, e uma grande verdade dizer que a nossa visão do mundo é um espelho do que somos com todos os defeitos e qualidades.

Isso é uma troca de fluxo humano entre pessoas com o seu entorno de uma vida orgânica constante.
A uma primeira parte do exercício pra você. (Aquela língua que lambe o olho).Será que sua expressões saturnas e ópticas você mesmo não deveria guarda-lhas.
Só porque está tudo na sua cabeça não significa que precisa estar na minha

Hum, já sei isso e bem, bem, bem, natural.
 Você passando o indicador sobre suas aquarelas, e apresenta o seu verdadeiro universo de investigação da sua sexualidade para o mundo.
Que tal?

Não guarde eco com sua infância.
O nosso desejo reprimido causa perversões onírica, muitas vezes iniciado-se e pincelando-se em águas totalmente desconhecidas.
Isso não que dizer que uma pessoa não possa abre as pernas em um langor desavergonhado e quere simplesmente dividir o espaço com cavalos de carrossel entre um e outros pirulitos que seria simplesmente um projeto de pesquisa infantil.
Mais tudo isso às vezes pode haver uma contradição, inocência, perversão, prazer e dor pela parte do locutor.

Os métodos, podem até variar, mas o sonho é sempre o mesmo.
O segredo não é a planta ou a dificuldade de acha-la que faz do “Efo” um prato difícil, acredite há muito mistério nessa comida forte que não podem ser revelador, alias, nem seu nome “(Efo)” deve ser dito.

Sabe por quê? Para cada prato se ganha um novo significado.
Mais aqui pra nós, a beleza é uma só,e vem de dentro e infelismente você não pode  desgusta los porque  exige um tanto de proximidade. 

Entretanto o maior cardápio do mundo e o céu e a tampa que separar nós dos grãos, e as comidas perdidas é que fazem parte da gente.
Nós não comemos apenas ingredientes,  mais as belas palavras essas que deveria vim de você para nutrir as misturas do ser humano.  

Um cheiro!!!

7 de fevereiro de 2012

O milho que não passa pelo fogo continua a ser m para sempre.

MILHO DE PIPOCA QUE NÃO PASSA PELO FOGO CONTINUA A SER MILHO PARA SEMPRE.”
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vou morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar
um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. É como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito de elas serem. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém!
Seu destino é? ...
O Lixo!
Extraído do livro O amor que acende a lua de Rubem Alves
Contribuinte: Márcia Machado.