13 de julho de 2012

Cada um tem a flor que merece.


A rosa vermelha brota à margem do ruído proletário,

aguarda o húmus do tempo e o extermínio do verbo hipnótico,

execra foices, suásticas e progresso a qualquer cotação,

venera a dança sutil daqueles que meditam em movimento,

não embolsa votos, preces ou dízimo de domingo,

não dita cartilhas, manuais ou citações de conserva,

está na veia, nas raízes, no escudo espinhoso,

é sem Estado, Pátria ou Partido.

A rosa vermelha não brota em vasos industriais – adora canteiros, florestas, água pura, solo fértil, liberdade e rituais da chuva.
 
– E a minha calcinha bege AMORÉ ficou bem furiosa lá na gaveta.

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