22 de abril de 2012

Tentando fragmentar as coisas.

Vamos começar uma historinha do não delete os livros antigos da sua vida.

Bem, viver é uma questão de dias, ler é para quem gosta e quem saber amar os seus livros e quem não se importar, do  tamanho que se dever ter uma leitura. Quanto mais conteúdo tiver melhor.
Eu tento fazer com que meus dias valham a pena, mesmo que seja de uma forma inusitada, considerada, por muitos, como “louca”, mesmo que as coisas que me deixam mais feliz sejam desprezadas por pessoas ditas “normais”, entre outros.

Vamos tentar fragmentar as coias por aqui, (eu disse vamos) até porque a partir do momento em que você se propôs a ler esse texto você faz um pacto automaticamente com ele. Que coisa não? Até mesmo as palavras precisam dos outros para fazer entender, ser transmitidas, vividas e sentidas.
Só não precisa me processar por danos mentais, mas espere processar vem de processo e o processo vem do livro de Franz Kafka um romance que conta a história de um bancário que é processado sem saber o motivo.

Hum! Pensando bem ele nem me deu motivos ainda para processá-lo, melhor deixar esse devaneio para lá quem sabe saber quem não saber, procure ler mais. Não vai me dizer que tudo é estado de espírito? Pois em muitos momentos ele se sobressai deixando apenas ser um mero coadjuvante na apresentação do espetáculo da sua própria leitura.
Já pensou em fazer das palavras o seu espaço do mundo das imagens e da imaginação? Às vezes um bom livro se torna um verdadeiro amigo da loucura, ou seja, uma saída rápida da emergência.

Às vezes é necessário da imagem aos questionamentos do tipo: Então porque você mesmo não ensina o caminho da porta da frente. Isso seria muito fácil só que não é dessa forma que a banda toca. Cada um de nós tem que encontrar o seu próprio gosto de fazer as coisas.
Diz ai:

Será que é nessa parte da história que eu deveria ser grossa e dizer que eu sou um robô com falha humana? Ou será que estou prejudicando, quebrando, o sistema prefeitinho virtual e só eu que não sei ainda?  Pois é pra você ver faz um bom tempo que não vejo Carrie, a estranha. Portanto, o meu rosto não está oculto ( leia-se).

Enfim, às vezes é necessário colocar todo um esquema em risco para saber até aonde vai à segurança do castelo de vidro. É falando em castelo. Ontem à noite mexendo na minha bagunça no trampo. Encontrei um livro do qual eu nem imaginava o tamanho da sua grandeza e nem de sua fama até ele cair em minhas mãos.
Eu sempre fui apaixonada por livro e por incrível que pareça eu sempre ganho livro e caneta de aniversario.  Querendo ou não acabei me tornado uma colecionadora de livro e caneta. Esse amor foi passado, ou seja, de pai para filha.

Meu pai tinha um amor doentio por sebo e minha mãe chegou até imagina que o meu pai andava pulando a “cercar” na imaginação tão fértil da cabeça dela.  Ele tinha uma amante é que ela trabalhava justamente nesse bendito sebo.  Só que ela não imaginava que é justamente assim que se comportam os verdadeiros amantes dos livros.
( O livro é o vinho da noite para o seu combustivo solitário)...

Mas voltando a história:
Em dezembro de 2011 meu pai chegou em casa todo animadinho  como ele sempre tinha costume de sair e  me trazer algumas coisas  da rua,  nesse dia ele chegou com  dois passarinhos e um pacote todo embrulhado na cor  azul. E olhou pra mim e disse: Esse pacote é seu só que não vou ti da agora, porque eu sei que você não vai da à devida atenção que merecer. E assim saiu com o sorriso lado a lado. Na verdade eu atormentei meu pai a noite toda para ele me mostrar o que tinha naquele pacote azul. (not,not,not)..

Quem é curioso sabe muito bem do que estou falando parecer que ativa algo dentro do seu corpo que não sossega enquanto você não fica sabendo do que se tratar. Pois bem os dias se passaram e eu acabei esquecendo-se daquele pacote até ontem. Ao encontrar minha memória foi direto para os seus sorrisos lado a lado.

De alguma forma meu pai sabia que eu não ia da muita importância para aquele livro  (castelo de vidro ) naquele momento ele sentia que as  palavras do livro seria jogada ao vento, E se por algum  motivo eu o abrisse provavelmente só daria apenas uma olhadinha e o colocaria na estante de amostra.

Mais algo tocou  de verdade  no seu coração naquela tarde e fez com que ele despertasse a minha curiosidade de criança. AFF eu detesto isso, Que ativem minha curiosidade e não me deixem com possibilidade de saber do que se tratar. (É pedir pra morre).

E assim ontem peguei o castelo de vidro e comecei a olhar as seis primeiras paginas entre um atendimento e outro. Acreditem não conseguir para, meu pai tinha toda razão de não te me dado ele há quatro meses, atrás.

Em uma única palavra, é uma leitura insaciável, frenética fiquei um pouco meio maluca com esse livro. Por quê? de uma maneira tão simples ele conseguiu me levar aos extremos. Eu chorei, fiquei indignada, ao mesmo tempo em que ficava brava e sorria  fui as gargalhada, quando não ficava pasma ou chocada.

Ele me levou ao ódio e ao amor ao mesmo tempo só sei que acabei de termina o livro cansada mentalmente precisando de um tempo para me recompor. Só que dei de cara com uma leve piada do meu amigo francês dizendo: - Se esse livro te deixou assim imaginem o que eu não seria capaz de fazer. (.......)  uma verdadeira lanterna vermelha.

A moral da história: É que o livro conta a história de uma infância até sua maturidade, chegando até ao casamento. O que me identificou com a Jeannette, foi que ela não temia as adversidades de revelar suas memórias mais profundas.  E nenhum momento ela fez com que tivéssemos pedido nossa piedade ou que teria raiva das coisas que passou ou que guardaria ressentimento pelas pessoas.

O que mais me deixou impressionada foi a coragem e inteligência que ela demonstrava que teve deste da infância.

Às vezes para superar tantos obstáculos é necessário fazer uma graça com as passagens usar as sátiras do humor em situações inusitadas ao invés de chorar.

Sabe aquela situação difícil e desastrosa que a única coisa que nos resta é cair no riso para não piora a situação. Bem aqui tivemos diversos momentos como esse.

A maior lição que podemos tirar é perceber que às vezes todos nós choramos de barriga cheia todos nós e claro temos os nossos problemas um maior outro menor cada um aqui tem sua cota de sofrimento na vida, mas às vezes é necessário olhar para traz e ver aqueles que teriam tudo para desistir. Mas pegou o seu espelho do amor, do carinho, do afeto e colocou tudo em um pacote e continua batalhando e sempre com um sorriso sincero lado a lado no rosto.

Recomendo o livro eu nunca vi nada igual (creditem que só basta duas a quatro páginas pra você ficar fascinado, garanto que mau não vai te fazer a única coisa que poderá lhes fazer é muito bem só não vale quere me processa).

Cafachorro, antes de vir cutucar quem não conhecer primeiro mantenha seu plano atualizado e sua raiva sob controle. O mundo necessita de paz e amor  aquele  e-mail só foi para adoçar sua vida. Ok!...

Um cheiro!!...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seja bem vindo ao meu cantinho.Regras para comentários
1. Comentários postados sem nome não serão mostrados.

2. Comentários com perfis sem acesso ao público também não serão mostrados.

3. Comentários ofensivos não serão mostrados. Ninguém é obrigado a permitir falta de educação.

4. Se você sofre de analfabetismo funcional, então nem leia os textos, pois com certeza não vai entender o que está escrito e seus comentários não serão de acordo com o assunto.

5. Resumindo: se quiser debater e discordar de mim, esteja à vontade. Mas peço gentilmente que seja um debate civilizado. E se você não tem coragem de mostrar quem é, melhor ficar no anonimato e procurar outro blog.

6. A sua liberdade termina onde começa a minha, certo? Se não, qualquer um faria o que desse na cabeça. Assim como cada um deve respeitar o dono da casa ou a soberania de um país, aqui você deve agir da mesma forma.! Ok
OBS: Se seu comentário não foi publicado é porque você não conseguiu adoça o meu cantinho. Não alimente a derrota continue tentando.