10 de abril de 2012

No sábado de luar...

Olá meus amorés..
Eu sempre sou uma despertadora ambulante, Guri!!!.
Sábado sete de abril uma noite iluminada por uma lua brilhante, cheia, quente, e muito linda.
Recordo-me que antes de dormir tinha conversado sobre a lua com alguns amigos e até contei para eles que tenho uma enorme admiração pela lua refletida sobre o mar. É algo pra mim magnífico. E assim me despedir dos amigos e fui dormir.
Por volta das três e meia, da madrugada fui acordada com uma luz brilhante que clareava e refletia sobre a água da piscina na janela do hotel onde me encontrava.
No meu quarto estava um livro jogado no chão, no qual a luz da lua refletia justamente em uma única palavra saudade.
E então, no meio da madrugada de lua cheia eu estava tentando abrir os olhos bem devagarzinho para registrar aquele acontecimento e no mesmo momento eu estava imaginando escrevendo a palavra saudade em um mural da imaginação.
Quanto mais imaginava, mas saudade eu sentia de você. A lua cheia projetava você ali na minha frente, tropeçando no livro caído ao chão. E sussurrando ao meu ouvido dizendo que não haveria história melhor do que a nossa. E mostrava-me que sempre esteve aqui ao meu lado esquerdo. Que não precisava rascar as lembranças porque todas elas sempre permanecem no mural da memória que história de amizade não tem fim mesmo que a lua esteja refletida em outro mural e que o livro esteja jogado fora com as páginas rasgada nunca estaria escrito o fim. E que nem sempre a história pode acabar na penúltima página mesmo ela sendo mais curta.
Despertei- me com tudo aquilo e fui até a piscina toma um banho a fim de rasgar a ultima página da nossa história pregada no mural.  Quando chequei até a piscina e me sentei na cadeira uma brisa tão refrescante tomou conta de todo o meu corpo foi ai que me dei conta que era uma noite de luar e que faltavam poucas horas para retornar ao meu atual habitar.

E foi exatamente por isso que tomei a decisão de não pensar em absolutamente nada. Eu acho que tudo o que eu vivi me ensinou muito, mas a ser uma pessoa prestativa e sensata e essa bagagem não encontramos em qualquer aeroporto da vida.
Como a vida é longa e curta ao mesmo tempo, a única coisa que temos de fato é o saber viver, porque o tempo não importa amoré só basta querer aprender.
Como já dizia o nosso Fernando Pessoa
Entre o luar e o arvoredo,
Entre o desejo e não pensar
Meu ser secreto vai a medo
Entre o arvoredo e o luar.
Tudo é longínquo, tudo é enredo.
Tudo é não ter nem encontrar.
Entre o que a brisa traz e a hora,
Entre o que foi e o que a alma faz,
Meu ser oculto já não chora
Entre a hora e o que a brisa traz.
Tudo não foi tudo se ignora.
Tudo em silêncio se desfaz.
Um lindo dia com muitosss!!!!.......

2 comentários:

  1. O que dizer para uma poetisa, uma artesã das palavras. Como já te falei uma vez queria ser poeta para poder expressar em versos aquilo que vai dentro do meu coração e da minha alma.
    Ah como é gostoso ler neste seu cantinho a palavra Guri, pois seu exatamente quem você chama assim.
    E me peguei rindo atoa lendo e relendo sua cronica, e saudade ah coisa boa e ao mesmo tempo má de ser sentir.
    Boa porque significa que tivemos ou temos alguem
    Má porque por alguma razão esta longe de nós.

    Mas se isto puder contar-lhe
    O que não lhe ouso contar,
    Já não terei que falar-lhe
    Porque lhe estou a falar.. FP

    de alguem que admira muito vc, seu GURI
    xero no coração

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  2. Uau, seje bem vindo pelo visto você conseguiu adoçar o meu cantinho..
    Vem cá, pode chegar, deixa de besteira.. rsrsrrsrs..
    ameiiiii.. ...volte mais vezes Guri.. um cheiro..

    ResponderExcluir

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