25 de março de 2012

Somos os sujeitos das nossas próprias histórias, o importante é saber em qual papel você vai quere representar nela.

 Venha comigo, quero lhe contar uma história.

 Era exatamente às dezoito horas quando terminei de ler o livro à menina que roubava livros realmente tenho que admitir aqui meus amorés.
Há muito tempo que não ficava arrepiada com uma história assim.   O irônico é que já faz um bom tempo que o livro estava na minha bolsa e eu nunca tinha tempo para terminar a leitura, nesse vai e vem de bolsa feminina eu reencontrei com aquele cheirinho de perfume Angel.
 Comecei a me delicia com o livro enquanto o meu irmão bruxo se aventurava na cozinha com os seus ingredientes mágicos. Para sua Tachada berrichone.
Feijão vermelho, joelho de porco, cebola, folha de louco, cravinhos, vinho tinto, salsichas, pimenta e sal a gosto.
Eu no sofá estava e queria permanecer por varias horas, só que de repente ele começou a me gritar, dizendo que tinha me chamando umas 20 vezes aqui pra nós nem a primeira chamada eu escutei imaginem a vigésima quinta hora.  Eu podia sentir aquele cheiro bom que via na direção da cozinha mais eu estava tão focada na leitura que tinha até esquecido que estava morrendo de fome e isso para acontecer pode se dizer que é um milagre porque eu fico muito chata, estressada, com um mau humor bastante elevador quando estou com fome é o mesmo efeito  acontecer quando quero dormir e não posso.
Meu irmão tão concentrado no que cortava começou a dizer: – Ai senhorita xaxa daqui a pouco estará pronto à tachada a vossa alteza não que vim degustar.  E ele já olhando pra mim com aquele olhar de cebola chorão.
Eu estava sendo facilmente conquistada por uma simples história tão diferente, mas, porém profunda, algo estava me deixando totalmente distraída na minha pequena teoria é realmente não tava querendo um irmão buzinado no meu ouvido.  E falei; - peraiiii!!!...  O bruxo cariosamente não gostou, ele achou que eu estava dando atenção mais para um livro do que pra ele mais era isso mesmo que estava acontecendo naquele  momento.  Eu me encontrava fascinada querendo devora o livro em apenas 3horas. Um bom apreciador da arte faz isso o tempo todo.
Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler. E tentar tapeá-la
Sé para pra pensar o único dom que nós salvar é a distração ela mantém a sanidade.
Às vezes temos nossos punhos de ferro que lutamos para não da o braço a torcer mais de repente você encontra-se no abismo da morte enrolado feito um charuto de cigarro.
Você saber que está morrendo sua audição que te fez escutar tantas músicas, cada uma mais linda que a outra e a ultima a ti abandona.  Qual será a cor nesse momento em que chegar a hora da partida final?
Será que as pessoas observam as cores do dia no começo e no fim?
Pra mim sempre esteve claro que o dia se funde através da matriz de cada multidão ao amanhecer. Pra se ter ideia.  Uma só hora pode constituir em milhares cores diferentes.
É como dizer que o branco sem sombra de duvida e uma cor. E aqui pra nós você não vai querer discutir isso comigo né ou vai?
Para o seu conforto eu não sou violenta, nem maldosa, mas sou um resultado.
Ei calma ai a morte ainda não está atrás de você, ela sequer te procura.
Tem pessoas tão humana que durante toda sua vida  conseguir passar  essa sensação que o livro me fez sentir  de  alegria, ternura, tristeza euforia, solidão, orgulho,  e a morte.
Às vezes são em simples palavras sacudidas que encontramos a oportunidade de fugir daquilo que nos perseguir.  E como um porão raso demais para suportar o seu próprio suspiro.
Com tantas coisas na cabeça sair do sofá e fui para o quarto morrendo de fome e quase tornei a machucar o meu pé esse que a umas três semanas  atrás tinha levado uns sete pontinhos uma doce travessura que aconteceu na festa de casamento da minha amiga.
Até me pequei variando um pouco entre o bom e o ruim, das coisas, às vezes o meu dia e muito ruim  mais ontem foi bem diferente foi um dia para se pensar   e igual a música Slliver  ela é tão sem sentido  que tenho uma leve certeza que o Kurt estava em outra dimensão quando escreveu essa letra.
Pensando já na letra do nirvana ao termina de ler menina que roubava livros entrei no banheiro, tomei um banho rápido e tive que sair correndo pra atender um telefonema.
Ao retorna ao closet, pra pegar uma roupa eu quase tive um infarto ao ver o livro todo molhado na pia. Não sei mesmo mais o mico sempre me acompanha parece até um, ima que atrai as coisas loucas.
O meu irmão - falando rindo.  Nossa que amor achei que estava já dormindo.  E eu desesperada para encontrar um ferro para passar o livro.  Naquele momento eu já estava muito irritada. Ai ele me pede para relaxa dizendo que ia ver o que podia fazer
Só que a minha mini copia acabou rascando o livro todo sem querer.
Mais  eu comecei a sentir um frio e apertava cada vez mais a toalha contra o meu corpo  de raiva que tinha ficado.  Ai vem aquele palavrão.
- Mais que merda!
Na verdade eu nunca conseguia fazer minha unha direito quanto mais cuidar de um livro...  Estanho seria se ele sobrevivesse a minha empolgação.
Tentei levar  o acontecido na  esportiva comendo  o Tachada berrichone  que ele tinha preparado e por sinal tinha ficado uma delicia.
Lembrei-me que tinha tantas outras coisas melhores pra pensar e fazer. Que não ia deixar um livro estragar a noite, mas claro que eu sabia que era mentira, e enquanto eu estava colocando a roupa eu pensava em como minha vida estava estranha!
Nunca deixei de ser uma sobrevivente.
Como também nunca deixei de cumprir o acordo quebrado.
Beijei muito as pessoas que sempre amei e sempre falei o quanto elas são importante para minha vida não deixei as coisas para mais tarde o que eu poderia fazer no momento
A nota final de sua narradora.
Os seres humanos são tão estranhos, mas é nessa estranheza que são solidários com a dor do próximo.


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