2 de julho de 2011

Inspire-se, emocione-se e divirta-se

Estou em falta com os leitores deste meu cantinho, Mas, aos poucos tentarei melhorar minha presença virtual.
 é que estou destinada a percorrer a imensidão do espaço, sempre procurando por novas fontes de energia, não tenho escolha… Será que devo penetrar a Galáxia Negra e destruir tudo o que possa existir lá?

Não faço por ódio ou ambição, pois são emoções inferiores! Faço porque preciso…

Tenho até que concordar em gêneros números e grau com suas palavras.

Triste do ser humano que, ao deitar, não consiga lembrar-se de um momento especial ou de uma velha canção no rádio, de uma fotografia antiga, até mesmo de uma carta em um papel amassado e de letras quase invisíveis pelo tempo.

É triste saber que, em um mundo tão grande, ninguém se lembra de você. Ninguém se lembrar das suas palavras ou de suas feições, muito menos do que sentiu por você.

É simplesmente, triste.

Quem sabe um dia tudo isso não seja um reencontro mais que marcante...

Beijos!!!

28 de junho de 2011

Poema de Castro Alves.

26 de junho de 2011

Todo oposto contém o seu mesmo oposto.

É muito comum a gente achar que o oposto de ser jovem é ser velho, e que o oposto de algo novo é algo antigo. Simplesmente colocando, mais pensando bem é assim mesmo que as coisas acabam funcionando na vida real.


Vamos exemplifica: uma mulher de 30 anos é jovem, mas uma de 60 é velha; uma casa recém-construída é nova, uma construída em 1907 é antiga. Matemática simples e descomplicada, que lida meramente com o tempo sob o aspecto cronológico.

Mas existe ainda o aspecto psicológico do tempo, que não é tão óbvio e fácil assim de se calcular. E é exatamente ele que delimita a fronteira que transforma, por exemplo, a velhice em uma continuação sábia e saudável da juventude, ou que transforma seres humanos em gente novinha e gente Antígona.

Existem dois conceitos que, ao meu ver, estão sempre aliados ao se ser novo ou antigo: a imaturidade e o preconceito.

A imaturidade gera uma insaciável sede por novidades, enquanto que o preconceito nos transforma em seres abertamente antiquados e ultrapassados (na melhor das hipóteses!).

O imaturo não sabe lidar com as frustrações. Já o preconceituoso sequer admite a existência das frustrações!

O ponto-chave desses conflitos fica mais claro quando o correntemente considerado como "certo" é ser sempre fisicamente novo, mesmo que psicologicamente antiquado.

Já o ser jovem ou ser velho não são opostos, mas fluxos contínuos de aprendizagem e sabedoria. O jovem que está sempre aprendendo torna-se um "jovem sábio", ou um "velho", como costumamos dizer.

Só consegue ser velho aquele que detém a sabedoria da experiência das vivências da alma. Todos conheceram pessoas jovens fantásticas aos 90, 80, 70 anos! Ao passo que todos também conhecemos gente antiquada aos , 30, 40, 50...

Agora, o grande barato de tudo isso é que a gente pode escolher entre ser eternamente jovem ou ser temporariamente novo. Só que, pra isso, é preciso aprender a ler, além do tempo do corpo, o invisível e sensível tempo da alma.

Que papo antiquado não é mesmo mais é necessário até porque todos nós um dia vamos ser uns antiquados novinhos ou velhotas..

Um super beijos de sua amiga!!!