30 de outubro de 2011

O vizinho na cabana, 07..

“S,O,S” Há um estranho na cama, e só há uma lembrança na cabeça.

É uma noite muito quente e úmida numa cidadezinha do interior . Um vilarejo que fica proximo á beira do rio. Um dos maiores rios do mundo é também é a porta ilegal de saída de animais silvestres.

Nossa leonina chegou à cidade já no fim do dia saiu da capital em um vôo que parecia que ela estava indo para a União Soviética pós guerra um Tupolev, muito mal cuidado, sujo, a situação piorou mesmo foi no ar, a turbulência era brutal e não ajudava em nada parecia que  ela não ia conseguir chegar a nenhum lugar. A não ser que (...........)

Era tão rápida e forte a sensação da morte que não dava pra pensar em absolutamente nada, nada, naquele momento  de aflição  ela só queria está  na distância de 50 pés.

Superando assim a viagem sem muita coisa no estômago pra passar mal ela chegou são e salva no seu ( paraiso da carne do sol) nome dado a própria vocação da nobre , já que era a única coisa que desejava.

Nossa leonina parecia que havia bebido uns 7 barril de vinho pela ressaca qualque um diria isso . felizmente ela já se encontrar recuperada dos problemas estomacais recentes.

( Como dizem que ela não tem estômago de avestruz). E não tem mesmo.

Toda animada ela foi para seu pequeno hotel cabana de 5 estrelas.Que fica numa das poucas ruas da cidade a beira do rio. Cada uma tão pouca iluminada que era provida por um único gerador.

Nossa leonina estava no fim do mundo e ainda não tinha se dado conta disso, até que ela foi toma banho. É uma coisa que ela mesmo nem sabe descrever direito, são varias valas em formas de buracos feitos na rua para encher os baldes.

Alguns até tomar banho dentro desses vales. A leonina queria mesmo era tomar um bom banho de rio.

Só que o guia tinha comentado antes que não podia tomar banho no rio à noite devido há água ser gelada e com piranhas enfurecidas por carne nova e brancas.

As piranhas foram o ideal-da-leonina! Aqui as pessoas ficam com cara de bicho. Na forma e no conteúdo.

O troféu que restou pra ela foi, um vaso de barro, esse que aquece sem dar calor e provavelmente ia ajuda a refrescar, só que depois do banho o coitado ficou em pequenos pedaços , essa leonina as vezes e um pouquinho desastrada mesmo. Sabe qual foi à justificativa dela: Eu não sabia que era tão frágil isso não e de barro deveria ser mais resistente.

O povo se acabou de rir.....

E voltando, chegou à hora dela sair em busca de algum lugar para comer. Tudo mais tudinho mesmo estava vazio, pouquíssimas pessoas a vista só alguns curioso destemido caminhado sem direção mato a dentro.

Depois de andar por quase 1 hora nossa leonina encontrou um lugar que parecia apresentável, ela sentou numa mesa do canto. E perguntou qual seria o cardapio saudavel que ele tinha? O rapaz com uma cara de lobo mal respondeu só temos Buchada de Bode: Vísceras de 1 cabrito, bucho, tripas, fígado e rins. Tu que ou não.

Pela primeira vez nossa leonina se deu conta que era a unica cliente da noite naquele lugar. Mesmo com tanta fome ela respondeu que não e tomou como refeição um chocolate quente, olha que isso não durou muito tempo ela já estava louca pra voltar a sua cabana.

Só de pensar na buchada de bode as 21h era como se um tanque de guerra praticamente havia atropelado por dentro. Ainda mais quando podemos ver as vísceras diariamente de paciente. Ali sim ela estava passando mal do estômago de verdade.

Talvez mais provavelmente por querer repor o tempo perdido pela noite anterior e pelo dia inteiro onde não foi possível comer absolutamente nada, a não ser muita água para re-hidratação

A curiosidade da nossa leonina não chegar ser tão magnifica quando se tratar de culinária às quantidades cavalares de coisas estranhas feito pimenta e buchada que seu corpo receber são poucas quase nada, alias zero.

Nossa leonina continuava sua refeição chocolatada em um tremendo silencio com dois cachorro admirando, e o garçom de queixo caido. Derepente entrar um mestiço de branco com índio porta a dentro e sentou do outro lado, e pediu uma água. Deu tempo até para nossa leonina escutar um pouco da conversa deles.

-Ele tinha perguntado algo para o garçom sobre aquela moça que se encontrava a sua frente -  O garçom  respondeu: ela e turista.

Nossa leonina logo pensou, vixe mainha, estou no filme “o albergue” e não sei.

O mestiço levantou se e foi até ela e falou: gostaria muito de ti conhecer.

Hum, eu? - ele sim, só estou vendo você de mulher aqui ou tem mais alguém?

- Cara de surpresa.. Não ..

Rolou uma conversa de louco pra louco um tentando se fazer compreender como podia,um no Baianês e o outro no francês.

Depois de uns 20 minutos de conversa boa, ele contou que estava fechando seu restaurante de buchada e perguntou se ela gostaria de conhecer a cidade. Ressabiada como todo bom brasileiro escaldada, ela subiu em sua carroça , tão antiga quanto o avião que tinha levado ela até ali, e os dois saiu pelas ruas mal iluminadas da pequena cidade.

Passou por bares ainda mais escuros, por ruelas, pelos poucos bairros, por muitas ruas esburacadas e tantas outras de chão batido, parou quando ele encontrava algum conhecido, Ele até contou sobre sua vida e sua família, e depois ao fim de touro, eles foi num bar para tomar uma autêntica cerveja. – ela até que fim algo para animar um pouco a viagem.

E assim ele bem descontraido pediu pra ela que da próxima vez que for visitar qualque lugar que leve umas long neck como souvenir.

Nossa leonina caiu no risos ..  É só faltava  mesmo o combustível para a noite fica perfeita.
Já era bem tarde e ele deixou a leonina em seu hotel cabana enquanto, ela conversava com a dona ele foi para  na sua cabana  n7.(.........)
Isso é uma outra história se não fosse por um pequeno detalhe. Alias a história de amor, começa sempre assim. Eu olho pra você e você olha pra mim...

Este encontro improvável com este simpático mestiço e cozinheiro de Buchada de Bode foi uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais da cultura de um povo amistoso e hospitaleiro, e esquecido por esse mundo a fora e ainda por cima que sofre nas mãos de regimes repressores e cruéis e que mesmo assim está aberto para conhecer o que vem de fora e que possa trazer um pouco mais de informação e culturas para o seu povo.

No dia seguinte logo cedo provavelmnete o dia vai espera, a nossa leonina com mais uma bela e nova história a ser contada ou recordada....

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