25 de outubro de 2011

Motivos bobos...

Hoje sua amiga aqui está muito, muito cansada a procura de um delicioso colo.......

Hum, já faz um bom tempo que eu só quero sentir alguém alisando meu cabelo assanhado, e enrolando os dedos nesses cachos. A mão que se entrelaça no cabelo todo, deslizando até a ponta... Escolhe uma mecha e a passa por entre os dedos, dançando ao som do vento.

Quero sair, fugir pela areia da praia que jamais entregará os rastros do meu refúgio. E explodir sem preocupação. Derramar as lágrimas que a terra enxugará. E gritar junto ao vento.

Quero falar, falar, falar. Esvaziar. Chorar, chorar, chorar. Desidratar.

Quero a inconseqüência e a liberdade pra dizer o que não pode ser dito, pra fazer o que não fiz por motivos bobos, pra dizer o que minha boca calou e dar o abraço que atrofiou.

Quero me satisfazer e parar de esconder meus passos na areia. Sorrir com uma última lágrima no rosto que me prepara para o turbilhão de emoções que estão por vir. Mas agora não, agora quero fugir!

Se você pudesse ter consciência do quanto

nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.

Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão.

Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.

Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros. Entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos. Nós calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso 'porque não estamos acostumados com isso' e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos. E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos dos outros, da vida, de nós mesmos. Consumimos

Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença.

E o tempo passa... Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa. Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: "E agora?".

Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos,(de fazer R.A. e acreditar que vamos emagrecer - sim nós podemos!). Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.

Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. O que engordamos, engordamos.Olhe para frente!

Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.

Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós. Pense. Não perca mais tempo! Comece ou re-comece já sua R.A.!! Força x Beijos..............

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