9 de maio de 2011

Minha doce viagem sem você.

Hoje me deixei viajar na minha adolescência. Voltando para o tempo da universidade onde se encontrava pessoas das quais eu julgava nunca mais encontrá-las na minha vida, mas algo havia mudado e aqui estou eu ao encontro do passado. Talvez o passado não mais me reconhecesse. Mesmo assim, depois de 12 anos longe retornei para onde tinha deixando todas aquelas lembranças da juventude.
Fui porque precisava rever tudo aquilo que um dia fez parte da minha vida.
As casas as arvorem aqueles rostos dos quais eu nunca esqueci que aparou tantas vezes a minha queda e que muitas das vezes insistia em colher somente as lembranças vermelhas do topo mágico.
Que se alimentava dos meus sonhos futuros e hoje volto com um, presente dois quais eu mesmo nem acreditava ser possível.
Simples assim, sem ter planejado nada. E vem o meu passado
Presenteando-me com um romance e lindas memórias do primeiro amor. Escrevendo iniciais em árvores, bancos públicos, pedras escaladas. Beijos cronometrados pelo relógio da torre de uma Igreja central. Mãos dadas, mãos agarradas. Com uma única seta siga as letras do nosso passado.
Serei sempre os seus olhos e seus passos a partir de hoje.  
 E lá estava eu:
Em pleno romance. Havia começado a chover quando meu passando não resistiu e deixou-se molhar. Ainda relutante, porém quase rendida, me deixei ser puxada pelo braço. É certo que não havíamos esquecido a raridade que é uma boa chuva por lá. Éramos egípcios às margens do Nilo fértil. Um brinde da natureza em formato de gotas d’água caídas diretamente no corpo, sem copos elegantes ou regras de etiqueta. Naquele momento eu era uma princesa  envolvida com o meu admirado.  Pensei quem saber um banho de bica de certo modo lavava as complexidades da vida moderna e de repente os meus pensamentos foram atropelados com pensamentos mais diretos do quais eu estava acostumada (nada dos seus questionamentos jurídicos, nada dos seus problemas de logística) Só temos que nos remete a um lugar de onde nunca deveríamos ter saído – E agora?
Qual seria a introjeção de um “minimalismo” ou um lugar das relações nascidas através de um seio maternal?
A moral da historia é bem Simples! Estou muito enrolada feito uma caixa de bombom para presente no meu próprio centro do universo.
Beijos....

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