8 de maio de 2010

Uma sexta feira no trem de bicicleta só para ver o mar..

A Terra é tão grande, tem tanta coisa legal nela. E, quando a gente conhece melhor as coisas, gosta ainda mais e ajuda a proteger.
Assim são com os amigos. Adoro ter bem pertinho de mim alegria, eu adoro passear, brincar e me divertir com todos.

Esse é o meu jeito de deixar tudo mais bonito e alegre.

Amores antes de partir para a minha aventura vão provar musse de pipoca que fiz.
Não sei se está bom já que a cobaia do meu irmão não se encontra em casa para provar.
Só sei que estar bem esquisito. rsrsrs

Vamos a minha aventura de hoje já que faz um bom tempo que não escrevo nada tão particular.
Hoje acordei com uma vontade de fazer duas coisas ao mesmo tempo: andar de bicicleta e ficar perto do mar.

Fui parar na cidade baixa, de preferência na calcada. Dei de cara com o trem um transporte ferroviário que durante esse 26 anos nunca andei.
Aquela inquietação de entra na estação para saber como é anda de trem tanta gente filhos dessa terra abençoada por deus, mais ao mesmo tempo pessoas sofrida de expressão tão seria no rosto. Com os seus passos tão rápidos para não perde mais um trem.

Foi ai onde fiquei muito, mas curiosa para saber como é viajar em um vagão.
Porque aquele passeio seria tão especial para mim? Já que fui barrada de entra na estação, por estar de bicicleta.
Resolvi o problema pague a minha passagem e da minha bicicleta. Já que erra isso que impediu a minha entrada.
É lar fui da Estação da Calcada até um barrio ferroviário chamado Paripe.

Nunca passei 45 minutos da minha vida tão feliz.

Deu de tudo no trem muito vendedores de Bala, Pamonha, Cocada, Doce de leite dizendo que era mineiro, Sandália, Roupa e até Peixe imagine o cheiro que ficou. Só falto um bom Acarajé.
Namorados se pegando, e até um velho contador de historia. A viagem demora 45minuntos o valor da passagem é 0,50 centavos mais foi uma diversão tão barata que adorei é uma curiosidade de ver a realidade do povo brasileiro principalmente dos soteropolitano.

Como eles sobreviver com tão pouco. Pessoas que são marginalizadas pelo simples fato de seres desconhecida e viver em um mundo que julgamos não nos pertencer.
Crianças, velhos, grávidas, estudante. Todos com os seus sorrisos nos rostos mesmo em um trem lotado e com pessoas tentado vender algo para sobreviver.
Naquele momento deu para observa o quanto nosso povo é castigado pela desigualdade social.

O quanto muitos tem e não são felizes e aqueles que quase não tem demonstram o seu afeto e carinho para uma pessoa que nunca viu em sua vida.
Assim foi minha aventura com dona Maria uma senhora de 54anos que pegou carona na minha bicicleta.

Ela se encontrava no trem e começou a falar comigo me mostra os lugares e as estações de trem só mim lembro-me de umas cinco acho que são nove ou dez. Escada, Periperi, tem um túnel escuro um verdadeiro apagão, Plataforma onde o trem passa por cima de uma ponte de ferro ao mar amei, Alto de Coutos, tem um lindo projeto social que em breve vou conhecer, Lobato foi o primeiro poço que a Petrobras encontrou petróleo no mar.
Chegamos ao nosso destino, que é a estação de Paripe.

Caramba o que fazer em um lugar desconhecido? Para onde ir..

A simpática Maria mim perguntou filha você não mora nessa barrio mora? Tava na cara que não pertencia aquele lugar..
Eu respondi que não que estava ali por pura curiosidade, e pensei comigo mesmo meu deus, essa minha curiosidade vai me levar ser roubada ou morta.
Ela falou: cuidado para não ser roubada já que sua bicicleta é tão bonita. Pronto to ferrada essa simpática senhora não mim ajudou em nada com aquele comentário.
Ela mim perguntou se eu não gostaria de levar ela até em casa dizendo que era uma maneira de conhecer o local.

A princípio fiquei comendo já que estava em um local estranho com uma pessoa que mal conhecia mais pensei, porque não quem ta na chuva e para se molha e lá vou eu
Ao rumo do desconhecido..

Para minha surpresa ela mora perto do mar uma casinha tão simples que transmite uma paz algo que estava buscado. Ela já mora nesse lugar há 35 anos não casou não tem filhos e o tipo de pessoa que é muito amada pelas crianças todos chamar de vovozinha e eu naquela tarde de sexta feira fui adotada por ela onde para suas vizinhanças era uma neta. Saindo apresentado me para tanta gente.
Sentir naquele momento ter encontrado a minha querida vovó que deus tenha em um bom lugar era uma pessoa que amava muito a vida e cuidava das pessoas que ela amava.
Que tarde maravilhosa que passei.

Fui à praia onde tomei banho de calcinha e sutiã, que delicia para quem já tomou banho pelada na praia. Isso seria o mínimo, tirado os rapazes que parou para fica olhado o resto foi normal.(rsrsrsrs)
Ela parecia que estava adivinhado o meu gosto, me apareceu com um queijo coalho e começou a assar em uma latinha de carvão e falou pelo visto você deve gosta.
Eu balancei com a cabeça dizendo que sim. Tava muito surpresa pela forma que ela mim acolheu em sua casa.

Uma pessoa totalmente estranha e em pouco segundo mim tornei alguém da família.
Sentamos na praia e ela comeu a conta sobre sua vida e o tempo de infância sofrida mais que nunca tinha deixado a esperança morre.
Como sobreviver com um salário mínimo, em uma casinha de madeira com um quarto, sala e um banheiro improvisado.

Uma coisa ela mim passou que naquela casa tinha algo que em muitos palácios não tem Amor, Respeito, Honestidade e Muita Paz.
Já era as 20h00min e ainda me encontrava em sua casa perto do mar olhando a lua que mim encantou com sua beleza.

De repente lembrei-me!,Como ir para casa de bicicleta não da o local e muito longe de onde moro. (não quis ligar para alguém vir mim busca).
Até porque não queria estraga esse momento que passei tão longe de casa. Seria muitas perguntas e poucas respostas.
O único jeito é pegar um ônibus já que não tava nem um pouco a fim de levar uma bronca antes da hora.
Aquela senhora que mal conhecia mim proporcionou uma tarde inesquecível e como domingo e o dia das mães doei minha bicicleta para ela.

Foi uma forma de dizer obrigado pela tarde que passei com uma desconhecida ela é uma pessoas que espero sempre poder encontra la.( como gostaria de ser encontrada por alguém). E tão bom achar o que muitas vezes nosso subconsciente estar procurando.

“Nessas alturas minha família já estava ligando” para a polícia achando que tinha sido seqüestrada. (rsrsrs) nem lembrei a violência essa e a verdade. Só queria sair um pouco e esquecer as coisas ruins da semana.

Também eles tinham toda razão de esta apavorada. Quando sair para da uma volta era as 08h00min da manhã não levei celular ninguém fazia idéia para onde tinha ido, minha mãe coitada ligou para todas as minhas amigas, e era a mesma resposta não ta aqui não.

Só sei que foi um passei inesquecível onde conhecer pessoas diferentes, bairro e local que nunca sonhava que poderia conhecer tiver a certeza que a moeda tem dois lado basta olhar o que ta em nossa frente.

E que temamos não quere saber ou ver que aquilo esta ali o tempo todo.e continuamos a viver o mundo criado por nos..
Mesmo sendo uma aventura onde minha mãe ficou muito chateada comigo pelo susto que dei, sendo véspera do dia das mães mais a vida e assim se tivemos medos do desconhecido para quer viver se nossa vida o tempo todo e lutar e sobreviver a todos os desafios que o destino nos proporciona.

Aos domingos tem passeio de trem e muitas vezes e grátis recomendo você a sair do seu berço de ouro e ver a realidade nua e crua que chamar todo dia nos. E que você possa ter a sorte de encontra uma Maria pela sua frente uma senhora alegre e feliz com tão pouco que deus li deu mais naquele coração tem algo que muitos não têm a esperança de um dia melhor.

É assim que termino essa minha aventura.
Não importa onde você esteja ou com quem mais deixar que esse momento seja o único em sua vida. E demonstre amor ao desconhecido que ele tem muito a ti oferecer e você pode aprender muito com ele.

Uma linda noite a todos, sua amiga agora vai tira um merecido sono.
Beijos!!

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