8 de abril de 2010

Hoje vou dormir na casa Addams.

Até que fim no meu doce lá depois de passa três horas e meia no trânsito debaixo de uma tempestade que vem do sudeste.

Com trovoadas e relâmpago nunca vir algo assim na minha vida.
E para completar muitos Bairros de salvador sem energia, assim espero termina esse post.

Imagine você na Avenida Bonocô em um engarrafamento um total apagão onde você só ver a descarga do relâmpago no seu carro e o som do trovão como se fosse um pedido de socorro é de deixar um apavorado ainda mais em um carro só, teve uma hora que achei que tava em um filme de terror aonde vir árvore caída na pista, telha passa pelo meu pára-brisa uma ventania que parecia que o vento ia me levar para onde não sei.
Três horas de pavor.

Carros quebrados, acidente com quatro motoqueiros, os farol aceso nas vitimas indicava-se que ali tinha acontecido um acidente, pessoas na pista tentando evitar que as vitimas fosse novamente atropelada. Assim obrigando os motoristas a usar a contra mão.

Algo lindo de se ver como o povo nessa hora é unido. Aquelas pessoas não tiveram medo de fica no tempo debaixo de um temporal com trovoada, ariscando sua própria vida em pro de outras que nunca tinha visto. Ai sim onde pode observar o amor, nós somos seres que amamos os nossos semelhantes mais só demonstramos isso quando alguém esta precisando da nossa ajuda. Porque será que identificamos tanto com a morte e a dor.

Eu sou um pouco medrosa nessa questão, tento ajudar no que for mais não sou um super-herói para coloca minha vida em risco por alguém que não conheço ainda mais naquela situação que nos se encontramos.

Análise comigo eles poderia ser uma nova vitima, nessa situação temos que procura sair das áreas de risco e não fica no meio delas.

Não sei se estou certa ou errada, só sei que trovão e nem relâmpago e escuridão e para mim.

Isso mim trava não sei pensar e um medo tão intenso que nem sei como explica aqui.
Para minha sorte uma semana antes, mandei o rapaz troca todas às janelas que batia tanto que parecia que um tambor.

Ao chegar em casa num silêncio fiquei surpresa depois que lembrei que não era mais aquelas janelas.
Meus pais não se encontram ainda bem, que estão com minha tia e não se ariscarão vim para casa.

E tão triste ver tragédia pela TV, ainda mais quando você passar por um drama sem fim.

Crianças, idosos, grávidas, jovem todos sem ter para onde ir, E o que fazer agora? Sem falar com tudo isso vem aparecimento de várias doenças principalmente à leptospirose.

Bom e isso ai, aqui a energia já caiu três vezes mais pelo visto vai da para termina assim espero.

vou dormir na casa Addams.

Ou seja medo é uma defesa do organismo contra um perigo.
Ter medo duma trovoada é normal, primeiro porque é um acontecimento muito poderoso e gigantesco, fazendo muito barulho e fazendo tremer o ar e o chão, tudo acompanhado por uma luz ofuscante. Além disso, é muito perigoso. Quem for “apanhado” por um raio tem morte quase certa. Mas a natureza é assim mesmo. Nós e os outros animais somos muito pequenos e muito frágeis. Podemos morrer de um raio, mas também podemos morrer facilmente de muitas outras coisas aparentemente menos perigosas. No entanto, dentro da nossa pequenez, também somos muito fortes e resistimos a coisas por vezes muito complicadas.

Voltando às trovoadas, temos a felicidade de haver pessoas tão inteligentes que, tendo respeito pela natureza, procuram arranjar maneiras de se protegerem destes perigos, estudando o comportamento dos fenómenos, pois estes têm explicação. A protecção dos excessos” da natureza está na própria natureza. É preciso é saber o que fazer. E foi assim que um americano de nome Benjamin Franklin, que era uma pessoa muito curiosa e inventiva, inventou um pára-raios para atrair os raios e desviá-los de nós.
E a construção deste aparelho é até bastante simples. É um varão espetado num alto e ligado à terra. Não é um varão qualquer, pois tem que resistir ao raio, se este lá chegar. A partir do momento em que esta invenção foi sendo instalada nos prédios e em que as pessoas foram compreendendo o seu efeito, estas passaram a sentir-se mais protegidas e seguras, de tal forma que muita gente pensa que não vai morrer com a trovoada, se ficar em casa, o que já é bastante bom.

Quanto ao facto de haver pessoas que têm medo,como eu o melhor é não se preocuparem em ter medo, pois isso é natural.
Há pessoas que deixam de ter "medo" e passam a ter "respeito". Outras continuam a ter medo e outras nunca têm medo.
Também há pessoas que vão ao cinema ver um filme de terror, porque gostam de sentir medo (sem perigo).

Com medo ou sem medo, convém desligar os aparelhos eléctricos das tomadas quando há uma trovoada, pelo menos por “respeito”. É que a instalação eléctrica da casa pode ser um “chamariz” para um raio e se ele “cair” em casa, lá se vão os aparelhos, pelo menos. Lá dizia uma amigo meu, o “respeito” é uma coisa muito bonita. O “respeito” ou o “medo”.
Eu sei disso agora o meu cérebro não responde dessa maneira.

Então meus amores vão dormir com medo e respeito a nossa natureza.
Beijos medrosos!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seja bem vindo ao meu cantinho.Regras para comentários
1. Comentários postados sem nome não serão mostrados.

2. Comentários com perfis sem acesso ao público também não serão mostrados.

3. Comentários ofensivos não serão mostrados. Ninguém é obrigado a permitir falta de educação.

4. Se você sofre de analfabetismo funcional, então nem leia os textos, pois com certeza não vai entender o que está escrito e seus comentários não serão de acordo com o assunto.

5. Resumindo: se quiser debater e discordar de mim, esteja à vontade. Mas peço gentilmente que seja um debate civilizado. E se você não tem coragem de mostrar quem é, melhor ficar no anonimato e procurar outro blog.

6. A sua liberdade termina onde começa a minha, certo? Se não, qualquer um faria o que desse na cabeça. Assim como cada um deve respeitar o dono da casa ou a soberania de um país, aqui você deve agir da mesma forma.! Ok
OBS: Se seu comentário não foi publicado é porque você não conseguiu adoça o meu cantinho. Não alimente a derrota continue tentando.